Fotografia
07/07/2015

Eis que chegou o Inverno e eu não sei vocês, mas eu não poderia estar mais feliz. Primeiro porque dá pra ir trabalhar a pé sem chegar lá suada. Segundo porque se alguém me chamar pra sair e eu falar que não vou porque tô com frio, ninguém tem o direito de achar ruim (de qualquer não tem direito de achar ruim, mas geralmente acham). E a melhor coisa sobre o Inverno, é claro, é poder ver todas as séries, filmes e livros do mundo e a gente fica meio preguiçoso então sobram algumas horinhas pra descuido.

O 6 on 6, que é um projetinho aqui do blog para mostrar mais da minha visão sobre um tema específico, vamos ver então como é o Inverno por aqui.

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I. Vamos pegar os nossos DVD’s e maratonar Harry Potter. Fiz um 6 on 6 um pouco potterhead porque o mês de Julho é o mês mais potterhead da vida, então foi difícil não me inspirar. Na vibe do frio rolam muitos filmes, e apesar de achar que foi uma adaptação fraca, eu gosto bastante da Ordem da Fênix porque apesar de ser potterhead de carteirinha (literalmente) eu tenho mil vezes mais preferência pela história dos pais do Harry do que pela história do Harry mesmo. A foto da Armada é meio pixelada e desfocada pra dar o aspecto de velho, e ela perde ainda mais um pouco do foco porque se você vira ela na mão contra a luz os personagens mudam de lugar pra dar a ideia das fotos que se movem no mundo mágico.

II. Pra ficar mais aconchegante no frio em frente à TV para maratonar Harry Potter, nada melhor do que meu cosplay, que é bem quentinho. Me julguem (ou não, whatever).

III. O Prisioneiro de Azkaban é sem dúvida o meu livro favorito. Conta a história do Sirius, que é meu personagem favorito, e a história dos pais do Harry, que pra mim é a melhor parte da saga inteira. Além do mais é o livro em que os dementadores mais aparecem, logo, frio e esse capítulo é muito especial porque até hoje tenho dúvidas profundas sobre qual é a minha casa de verdade. Fui colocada três vezes na Corvinal pelo Pottermore, mas cresci com carinho pela Grifinória, hoje me identifico mais como Corvinal apesar de o meu cosplay – que é bem antigo – ser da Grifinória.

IV. Falem o que quiserem, mas as melhores histórias do mundo – ou pelo menos as minhas histórias favoritas – envolvem viagem no tempo. Como podia ser diferente com essa sendo que ela ainda é focada na Hermione? Impossível.

V. E aí, como a vida não é só Harry Potter (mas devia ser), separei as coisas que eu mais gosto de usar no Inverno: as botinhas. Pra falar a verdade eu uso no verão também e não tô nem aí, mas tem dias que estão quentes demais e não dá pra aguentar. No Inverno além de poder usá-las livremente ainda chegam mais opções nas lojas. Muito amô.

VI. E já que estamos falando sobre as principais escolhas fashion do Inverno, tá liberado usar batom escuro. Usem mais que tá pouco. Aí estão os meus favoritos: O Cabernet da Eudora, o Framboesa da Avon e o Rebel da MAC. Reparem que estão todos acabando, então, quem quiser mandar de presente tô aceitando.

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É isso pessoal, espero que tenham gostado das minhas escolhas favoritas de Inverno, não deixem de conferir as fotos das meninas, tá bem?

Gema de Ovo / Sempre Linda / Diários de um Piquenique / Drawings and Dreams / Qual seu lado B? /

 

 

Beijos,
Carol Santana
Textos
05/07/2015

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Eu estava em uma mesa de bar com uns amigos na semana passada depois do trabalho, e depois de alguns vários chopps que eles tomaram alguém resolveu levantar a questão do amor. Afinal, aparentemente pessoas em bares sem a total capacidade de raciocínio lógico, parecem ser as mais propensas a desvendar os mistérios do coração.

Estavam na mesa: uma amiga de quase trinta anos que nunca teve um relacionamento duradouro, uma amiga que foi traída pelo namorado que mora em outra cidade, o namorado dessa amiga – o qual ela perdoou – uma terceira amiga que foi traída pelo esposo, o esposo que por questões financeiras ainda mora com ela, mas está fazendo de tudo para ser perdoado e reatar o relacionamento, um amigo que levou um chá de sumiço de um cara por quem estava apaixonado e euzinha, que pelos últimos sete anos achei que estivesse muito bem, obrigada, nas questões do coração, mas isso se provou uma inverdade há seis meses atrás quando meu relacionamento de mais de meia década terminou.

Como você talvez possa prever, foi uma discussão um pouco longa com uma conclusão nem tão conclusiva assim. Mas eu voltei pra casa naquele dia e fiquei pensando o porquê de tanta gente querer racionalizar um sentimento que não faz o menor sentido. Aliás, ele faz todo o sentido se for sentido, mas não faz sentido se for racionalizado.

Pensando sobre isso também não cheguei tão longe, mas acho que é um sistema de controle que a pessoa faz, algumas vezes até involuntariamente, para sentir que pode entender e talvez por meio desse entendimento, controlar, o bendito sentimento.

Entrei na onda dos pensadores de bar com phd em elucidações não conclusivas, e cheguei ao seguinte resultado: Amar é um verbo, tem até conjugações. Eu amo, tu nem tanto, ele não se importa, nós nos separamos, vós ficais sozinho, eles não entenderam nada. Ou algo do tipo.

Pra ser verbo requer ação, e é nisso que muita gente falha, porque todo mundo quer entender o Amor – que é um substantivo e, portanto evidencia a substância, a essência de alguma coisa – mas quase ninguém quer entender o Amar – que é um verbo, e, portanto requer uma pessoa executando-a.

É um verbo que começa diferente, começa, por exemplo, com Ouvir. Você conhece uma pessoa e ela vai te contar algumas coisas sobre ela, então você vai Ouvir pra conhecê-la um pouco. Depois vem Entender, Respeitar, Encantar (-se), Compartilhar, Acompanhar, Dividir e de repente Amar. Às vezes muda a ordem, às vezes adicionam alguns outros verbos no caminho porque não é receita de bolo que tem um passo a passo e todo mundo que seguir exatamente daquela forma vai conseguir o resultado final. Mas funciona mais ou menos assim mesmo com as certas peculiaridades que cada relacionamento tem.

Mas não é simples assim, certo? Por que se fosse todo mundo que você conhece estaria feliz na companhia de alguém. E a verdade é que tem gente sozinho, muito bem, obrigado, e tem gente infeliz acompanhado, e tem gente que não sabe o que tá fazendo ou sentindo e ai resolve chutar o pau da barraca com qualquer um que tente oferecer uma coisa que eles não sabem, racionalmente, processar.

O motivo pelo qual isso acontece? Acho, que eles passam a ver Amar como um verbo completo e independente que não precisa de nenhum de seus antecessores, e se esquecem de que Amar só é possível porque houveram várias outras ações que juntas produziram esse sentimento. Ouvir, Entender, Respeitar e todo o resto fica em segundo plano porque acham que Amar vai se realizar por si só.

Você não precisa meditar sobre esse verbo se não quiser. Eu não tenho esperanças de que a minha pequena reflexão vá mudar alguma coisa na maneira como você enxerga essa ação. Esse texto é para os pensadores de bar com elucidações não conclusivas, se você não é um desses talvez não vá entender. Talvez você seja um daqueles que não liga para a construção de um sentido racional da palavra, e sim ao sentido do seu peito. Pra falar a verdade, acho que é assim que tem que ser, já que tem tanta gente amando sem razão não era sem tempo de a gente aprender que a razão não combina com Amar, que a razão não combina com Amor, e é por isso que tem gente até hoje esperando tudo mudar, mesmo que racionalmente isso não faça o menor sentido.

Beijos,
Carol Santana
Fotografia
30/06/2015

Voltei com o Lenstrick, e o tema desse mês foi Natureza usando a técnica Macro. Confesso que foi difícil no começo, ajustar o foco e tentar não deixar todas as fotos centralizadas, mas depois acabei me soltando e aprendi algumas coisinhas, vamos ver os resultados? Ficaram bem coloridinhas e tá muito amor. Quem quiser mais informações sobre a técnica é só clicar AQUI.
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Como vocês sabem o Lenstrick é um projeto em grupo, então, para conferir os resultados das meninas é só conferir nos links abaixo:

 / Tati / Luanna / Lory / Aléxia / Nicolle / Mari / Julie /

Beijos,
Carol Santana
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