Fotografia
07/06/2015

Conversei com vocês lá na primeira postagem do blog que eu andava muito empenhada em estudar fotografia. Lá no antigo blog eu participava de um grupo de 6 on 6, que é bem legal porque não precisa ter técnica nenhuma e a gente divide pontos de vista sobre os mesmos tópicos, mas o grupo antigo acabou morrendo e como eu estava sentindo falta de ter um tema específico para fotografar, acabei entrando em outro time de 6 on 6.

O tema do mês era infância, então eu decidi fotografar as coisas que eu mais gostava de fazer quando mais nova. Podem ir se preparando para ficarem nostálgicos.

1 2 3 4 5 6I. Geloucos da Coca-Cola. HAHAHAHAHA, quem nunca? Ainda mais quando saiu a segunda coleção e a maioria ou brilhava toda no escuro, ou brilhava pelo menos o olho. Eu sempre fui a louca das coleções então quando lançava alguma coisa legal eu juntava todas as moedinhas da minha vó pra conseguir.

II. Minhas duas avós moravam no mesmo bairro (e por uma época moraram até no mesmo quarteirão) daí era muito tranquilo ir da casa de uma para a outra nos fins de semana. Coincidentemente elas moravam no mesmo bairro do parque mais conhecido aqui de Uberlândia, então eu ia demais no parquinho com meu primo. Fui lá tirar umas fotos e deu muita saudade dos balanços, mas achei essa foto tão linda e coloridinha que preferi colocá-la aqui ao invés do balanço.

III. Selfie de princesa embaixo do mar? Tem sim, hahaha. Quando eu era criança o desenho que eu mais gostava de assistir era A Pequena Sereia, daí que quando eu morei na Bahia ia muito na praia catar conchinhas, todas essas aí da foto são da minha coleção dessa época. Até hoje amo tudo que é de mar.

IV. Sempre fui muito ligada à tudo que tem relação com arte, por isso uma das coisas que eu mais gostava de fazer era colorir e pintar. Nunca fui boa com desenhos na verdade sou um fracasso, mas fico admirada com quem consegue desenhar, acho lindo. Não preciso nem falar que os lápis azuis eram os que acabavam mais rápido, né? Ai de quem pedisse emprestado e apontasse.

V. Ai o Uno. O motivo de tantos recreios felizes, tantas amizades desfeitas, tantas brigas na aula. Como você pôde jogar um +4 por cima do meu +4? Não tem como falar de infância e não falar sobre esse jogo, até porque eu sempre adorei jogar qualquer tipo de jogo com meus amigos, o bom do Uno é que cabe no bolso então dava pra levar pra escola. Pra não falar em todas as regras que a gente podia inventar! No 07 tem que ficar uma rodada em silêncio, no 01 pode trocar de mão com quem quiser, no 09 tem que bater a mão no monte e quem bater por último compra.

VI. Falando em coleção e em Coca-Cola, essa é a minha favorita. Ainda lembro até hoje das propagandas de Natal que a Coca-Cola lançava com os ursinhos, daí quando saiu a coleção dos ursos do esporte eu fui ~ aloka ~ juntar tampas pra trocar por eles. Não consegui todos e o que eu mais queria era esse do skate, lembro que juntei dinheiro de lanche por duas semanas (deu seis reais) e ainda tive que fazer dever de ciências pra minha amiga por um tempão pra ela me dar ele, HAHAHAHA. O detalhe é que eu não bebo Coca-Cola e sempre detestei a bebida.. vai entender.

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Bem, espero que tenham gostado de fazer essa mini-viagem ao passado comigo. Para conferir as memórias de infância das outras meninas do projeto é só clicar nos nomes.

Gema de Ovo / Sempre Linda / Diários de um Piquenique / Drawings and Dreams / Qual seu lado B? /

Beijos,
Carol Santana
Textos
06/06/2015

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Sabe o que é, você estava errado. Eu não posso deixar de te amar. No que a gente transforma o amor? O amor deixa de existir? Ou sofre uma mutação? Você acha que um dia eu vou olhar pra você e sentir outra coisa? O amor não é um integrante dos power rangers que você ativa um maldito relógio e morfa para outra coisa completamente diferente.

O amor continua. É uma planta que cresce e a menos que você a mate, vai existir para sempre. Eu não posso matar o amor, porque ele não é meu. O amor que te dei é seu, não posso recolher, não posso tomar de volta só porque você não quer mais. Será que esse amor, que não é mais de ninguém, fica pairando no ar até encontrar alguém que queira assumi-lo e tomar conta dele como se fosse novo? Como se fosse dele?

Você disse que eu te preenchi por completo, imagino que agora você vá se esvaziando, vagarosamente até ficar completamente murcho. E um dia já não vou mais existir em você. Um balão vazio que não pode voar. Mas eu achei que podíamos voar juntos. Achei que fosse uma boa ideia, e por isso eu dei tudo de mim. Preenchi mesmo, não nego. Preenchi porque eu tive uma necessidade tão grande de me fazer existir em você como você existia em mim.

E se você se esvazia do amor que dei, ele desce pelo ralo? Eu preciso saber o que acontece com o amor, quando a pessoa que é dona dele decidi não ser mais. Eu espero que você saiba. Eu espero que você me conte. As lágrimas que a gente chora secam, mas o sal continua na pele. Vai ver tem uma parte do amor que evapora, mas uma parte que é mais densa fica sempre presa conosco.

E eu fico aqui pensando se eu sou tão tóxica que você precisa tirar de dentro de você tudo que é meu. Vai se esvaziar para se encher do que depois? Eu queria ter sido o bastante. Eu queria que você tivesse olhado para mim e dito que não precisava de nada mais,  que eu era suficiente. Mas eu não fui. E tudo bem que eu não fui, o problema não é ter deixado de ser, o problema é que eu só consigo pensar: nos power rangers, nas tardes que passamos deitados sem fazer nada apenas dando risada, no amor que não vamos mais compartilhar e nos vôos que não podemos fazer mais, porque fomos deixados com um balão que não pode mais voar.

Eu não posso cortar a raiz dessa planta que é amor. Eu não posso porque não fui eu quem a adubei. Não a coloquei no sol e nem dei água. Ao menos não sozinha, por isso você não pode esperar que eu arranque fora as raízes e esqueça que essa planta um dia existiu. Eu queria que ela florescesse.

Como cortar pela raiz, se já deu flor. Como inventar um adeus, se já é amor? Não quero reescrever as nossas linhas, que se não fossem tortas não teriam se encontrado. Não quero redescobrir a minha verdade se ela me parece tão mais minha, quando é nossa.

Espero que um dia ela floresça em você novamente. Nada me fez tão feliz na vida como fingir que nasci para a jardinagem dupla, ao seu lado.

 

Beijos,
Carol Santana
Book do dia
05/06/2015

Que eu gosto muito de fotografar meus looks do dia mostrar para vocês não é segredo para ninguém, né? E, ok, vocês podem estar pensando: “Mas Carol, você se veste sempre igual.” E, sim, eu realmente sigo uma linha muito básica de: Saia/Blusa/Melissa que é muito confortável, mas, gosto de tentar estampas novas, e mudar os acessórios pra ver se consigo um resultado menos óbvio. A julgar por todos os olhares que eu ganhei por conta dessa coroa de flores, eu diria que não foi um look nada óbvio.

Quem não conhece a pessoa maravilhosa que permite que os ensaios fiquem tão divos, façameofavô e curtam a página da Caroline Ozzy lá no Face. Obrigada, de nada.

Uma coisa que eu quero trazer é sempre um livro para os looks, porque isso é totalmente a minha cara, certo? Tá criada então a sessão Book do dia.

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Tem também uma mensagem que eu gostaria de deixar, e, inclusive, foi um dos motivo pelos quais eu quis fotografar essa roupa. É o seguinte, vi uma matéria dizendo que coroa de flores já é coisa do passado e quem usa até hoje precisa se atualizar. Migos, usem o que vocês quiserem, okay? okay.

Blusa: Marisa / Saia: Penneys Dublin / Sapato: Melissa / Anel Coração: Velho demais pra lembrar / Anel Câmera: Toca Mágica

Beijos,
Carol Santana
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