Book do dia
05/06/2015

Que eu gosto muito de fotografar meus looks do dia mostrar para vocês não é segredo para ninguém, né? E, ok, vocês podem estar pensando: “Mas Carol, você se veste sempre igual.” E, sim, eu realmente sigo uma linha muito básica de: Saia/Blusa/Melissa que é muito confortável, mas, gosto de tentar estampas novas, e mudar os acessórios pra ver se consigo um resultado menos óbvio. A julgar por todos os olhares que eu ganhei por conta dessa coroa de flores, eu diria que não foi um look nada óbvio.

Quem não conhece a pessoa maravilhosa que permite que os ensaios fiquem tão divos, façameofavô e curtam a página da Caroline Ozzy lá no Face. Obrigada, de nada.

Uma coisa que eu quero trazer é sempre um livro para os looks, porque isso é totalmente a minha cara, certo? Tá criada então a sessão Book do dia.

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Tem também uma mensagem que eu gostaria de deixar, e, inclusive, foi um dos motivo pelos quais eu quis fotografar essa roupa. É o seguinte, vi uma matéria dizendo que coroa de flores já é coisa do passado e quem usa até hoje precisa se atualizar. Migos, usem o que vocês quiserem, okay? okay.

Blusa: Marisa / Saia: Penneys Dublin / Sapato: Melissa / Anel Coração: Velho demais pra lembrar / Anel Câmera: Toca Mágica

Beijos,
Carol Santana
Textos
02/06/2015

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O problema do amor é que quando a gente conhece alguém e se apaixona, a gente acha que essa pessoa acabou de brotar ali, novinha em folha pra gente amar, sem qualquer ferida, sem qualquer passado, sem qualquer bagagem ou cicatriz. E a gente se esquece de quem feriu a gente também, e esquece o porquê fizeram isso.

Não é porque são pessoas cruéis que elas machucam as outras. Sim, existem algumas pessoas maldosas que machucam pelo prazer de presenciar a dor. Mas eu acho que a grande maioria só está ferida demais para conseguir dar alguma coisa diferente do receberam. E assim todos os relacionamentos vão continuando em cadeia, até que alguém perceba que não precisa imitar as ações do outro. Até que alguém decidi que se o Sol nasce todos os dias é porque é possível seguir em frente.

Até que você decide.
Você perdoa todas as pessoas que partiram seu coração. Você faz isso não porque você é muito bom e puro, mas porque já não faz sentido culpar pessoas por oferecerem o que tinham para oferecer. Alguém os machucou, eles machucaram você, e o que você vai fazer com isso? É simplesmente tão libertador quando a gente percebe isso.

Eu espero que você perceba. Eu espero que você descubra que há mais em você do que as pessoas colocaram, e que você pode dar mais do que te deram. Eu espero que você perceba que a felicidade é uma coisa que se produz dentro do corpo humano, não fora, e que você, membro ativo da comunidade homo sapiens, possui um cérebro capaz de fazer contas e pular fora dessa equação cuja soma não resultou em nada além de corações quebrados.

Demora até você perceber que você sangra, que você quebra os outros. Que você é tão culpado quanto todos que vieram antes de você e não passaram nesse teste com mais do que uma equação marcada com canetas vermelhas. A equação é o seu relacionamento que você colocou os números errados e não olhou que enquanto um for menos e o outro for mais vai dar negativo. As marcas em vermelho são todas as dores que você causou por não saber somar. Mas a gente aprende. Ninguém reprova pra sempre.

A gente aprende a quebrar o ciclo vicioso de dor, e descobre que isso é muito libertador, que de repente até mesmo dois menos somam positivo. Que não é porque alguém te feriu que você vai morrer. A vida não termina depois de um 0. Tudo bem que a gente quebra a cara algumas vezes. Tudo bem que às vezes a gente precisa de uma prova de recuperação, tudo bem que às vezes a gente acha que colar é o único jeito de acertar.

Mas a gente aprende, e descobre que é apenas uma questão de tempo e perspectiva até encontrar o menos que vai se juntar a nós pra fazer a equação mais positiva de toda a nossa vida. Então a gente vê um simples Sol, com todo seu esplendor e glória e esse Sol, que esteve lá a vida inteira, te faz entender que você foi vítima, e foi bandido. Esse Sol te faz entender que já basta de receber equações marcadas em vermelho, que você não precisa culpar quem te feriu, ou quem errou com você. Quem foi menos quando você era mais. Quem foi mais quando você era menos. Quem usou a própria bagagem de dor para te ferir.

Você perdia porque estava o tempo todo querendo somar com quem nunca ia ser compatível com o resultado positivo que você queria. Você perdoa porque equações matemáticas viciosas que só resultam negativo não são mais importantes para você.  O importante é o amor, a paz, você e a pessoa que te ensinou a fazer a equação perfeita.

Beijos,
Carol Santana
Fotografia
28/05/2015

Uma das coisas que eu mais estava empolgada pra trazer aqui pro Horinhas era Fotografia. Tenho me apaixonado cada vez mais e mais por essa arte, e apesar das dificuldades que encontro ao longo do caminho, estou me divertindo muito em estudar várias técnicas novas. Daí que quando apareceram perguntando lá no Coisas de Blogueira quem queria participar de projetinho fotográfico todo mês eu já fui a louca dando meu nome. Acho muito bacana essas coisas de blogosfera que envolvem grupos de pessoas, anima mais para postar e dá uma curiosidade pra ver diferentes pontos de vista sobre a mesma coisa, né?

O projetinho em questão é o Lenstrick, criado pela Tati e pela Lua, e é muito simples, o grupo tem uma técnica diferente todo mês, e ao longo do mês vamos estudando a técnica para fotografar melhor, e daí no final do mês fazemos uma postagem com cinco fotos que tiramos usando a nova técnica. Legal demais, né? Não apenas poder estudar uma coisa nova com a ajuda de pessoas que tem muito pra nos ensinar, como também poder ver diferentes resultados da técnica em aplicação.

A técnica do mês era Regra dos Terços, vou deixar AQUI o artigo que usamos para aprender sobre ela, mas vale ressaltar que o mais produtivo foi tentar a regra na prática. Vamos ver o que virou então?

63124Engraçado foi reparar que eu já usava essa técnica antes, sem fazer a menor ideia de que era uma técnica, e também reparar o quanto sou assimétrica. A maioria das fotos eu tive que tirar de novo do outro lado depois de reparar que todos os objetos estavam ficando na esquerda e aí as fotos estavam muito parecidas, hahaha.

Um minuto de silêncio pelo meu globinho Luck of the Irish que quebrou durante este ensaio. Ah, e, não deixe de conferir as fotos que as outras meninas tiraram usando a regra:

 / Tati / Luanna / Lory / Aléxia / Nicolle / Mari / Julie /

Beijos,
Carol Santana
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