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Não vou mentir. Fotografar looks do dia se tornou um dos meus grandes hobbies. Quero fazer o máximo que conseguir esse ano pra vocês. Dessa vez esqueci de levar o livro que estou lendo na semana, por isso o Book do Dia virou Look do Dia mesmo.

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Alô, 2016!

Rolou um amor muito grande por uma foto que eu coloquei no instagram usando esse vestido na minha viagem de Buenos Aires, ai eu resolvi usar o vestido novamente pra mostrá-lo a vocês, já que foi a roupa mais linda que eu comprei em 2015 e, infelizmente já usei mais do que devia.

Não sei se vocês tem disso mas quando eu compro uma roupa que é muito especial eu evito de usar que é pra ela continuar nova, HAHAHAHAHA. Sempre amei as roupas da Farm mas nunca comprei porque acho mais caro. Não é que não vale, eu acho que vale, só não é muito minha realidade. Esse vestido comprei pra ir em um casamento ao por-do-sol mais ou menos em Setembro. Espero que tenham gostado!

Vestido: Farm / Sapatilha: Melissa / Bolsa: Penney’s / Colar: Hamleys / Batom: Marsala da Dailus

03/01/2016

Bagagem

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É incrível o que alguns meses podem fazer na vida gente. É confuso como a gente percebe quem importa e quem não faz tanta falta assim. E é mágico como pode um ano começar de um jeito e terminar totalmente diferente como se muito mais do que 365 dias houvessem se passado. Parecem 6 milhões de dias porque é muito díspar de quando começamos, do que nos lembramos.

Mas passam-se os dias, e passam-se os meses, e até os anos – com toda sua lonjura, eternidade e distância um do outro – vão se passando. E é bom que passem, porque a gente sempre pode usar de um pouquinho mais de esperança. Você sabe, aquelas superstições de ano novo não funcionam nunca, mas é tão importante para nós que acreditemos nelas.

De um mês para o outro eu mudei. Achava, por exemplo, que quando a minha avó diz que ninguém morre de amores ela estava certa. Hoje eu sei que ela está errada, e a gente morre sim. Morre de amor, morre de dor, morre de novo. Porque é só através da morte que podemos renascer e é evidente que eu não sou mais a mesma pessoa. O fogo da dor queima em nós e como uma fênix a gente morre, no meio do sofrimento e da agonia se perde ali um pedacinho do eu, do tu.

E quando abaixa a poeira e a gente acha que é só o pó, eis que ressurge. E é totalmente diferente. RIP eu do passado, Long Live eu de hoje. E seguimos crescendo. Não é uma mudançazinha que aconteceu e acabou. Cada dia aprendemos algo novo sobre nós, ou sobre o mundo, ou sobre as pessoas ou sobre a vida, e, principalmente, sobre o amor.

Eita, O Amor! Taí só pra acrescentar na bagagem que vamos acumulando ao longo dos anos. Bagagem de fotos, de livros, de experiências, de amores, de praias, de receitas, de memórias, de diplomas, de presentes, de lições, de amigos, de canções, de sorrisos, de amores, de abraços, de quotes, de globos de neve, de cartas, de carimbos, e de lágrimas.

É por isso que embora doa em nós não precisamos tentar apagar quem nós fomos. Primeiro porque não precisamos ter vergonha disso, e segundo porque é essa bagagem que nos permite amadurecer para nos tornarmos quem somos hoje, ou quem seremos um dia. É na coleção dessa bagagem que vemos o que é pesado demais para carregar, e o que não podemos deixar para trás.

E mesmo na dor da morte, precisamos velar e enterrar esse eu, porque é a única forma de ver o renascimento. E acontece todos os dias. Na curiosidade, no ir adiante, no acreditar, no se apoiar em alguém. São tantas coisas que nos fazem ter esperança. São tantas coisas que batem lá no fundo da alma e voltam pra superfície como um tornado revirando tudo que no caminho. São tantas coisas que nos transformam. Tantos paradigmas que quebramos. Tantas causas que apoiamos. Tantas coisas que aprendemos. Tantas pessoas que amamos.

A vida só segue se você permitir que ela siga. A morte pode acontecer das mais diversas formas. Vem numa flor murcha, num pôr-do-sol, numa borra de chá no fundo da xícara vazia, num olhar, numa season finale, num aeroporto. De tantas formas que vejo aprendi a vê-la dentro de mim, mas a dor do adeus vira poesia, porque graças a ela temos a oportunidade de respirar novamente.

Podem levar horas, dias, meses ou anos. Mas a chama queima novamente, e o renascimento acontece. Se você está passando pelo luto agora espero que saiba que ele vai passar e uma nova pessoa vai nascer dentro de você e quem tu era vira bagagem.

A esperança vem nas mais diversas formas, e a gente nunca sabe onde ela vai aparecer de novo. Eu espero que ela esteja aqui comigo, e que você a veja, identifique, e a guarde contigo. Feliz você novo! Espero que nos encontremos novamente na próxima esquina, ou mais adiante – aonde a próxima dose de esperança estiver escondida.

hungergamesfans.org

No início dessa semana a Lionsgate anunciou que pretende dar continuidade à série Hunger Games por meio de prequels, que são histórias produzidas depois da narrativa principal mas que contam fatos que antecedem essa história já conhecida. No prequel anunciado teremos nas telonas as arenas mais marcantes para  desenvolvimento da história dos Hunger Games então é certo esperar que veremos a de Finnick <3 e a tão sensacional arena de Haymitch.

Como a internet é esse lugar maravilhoso para se viver onde as pessoas podem expressar seus sentimentos e se amar livremente, alguém já presenteou o mundo com um vídeo de 12 minutos do que esperamos ver na arena de Haymitch. Posso falar? FICOU MARAVILINDO! É só dar play pra conferir.

Até que chegue o dia em que poderemos lotar os cinemas novamente para embarcar em mais uma aventura, eu diria que essa produção dá bem pra aquecer o coraçãozinho!

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